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A legislação atual no Estado de São
Paulo exige a formação de porta-enxertos
e mudas em ambiente protegido por tela anti-afídeos
com material vegetal, sementes e borbulhas, oriundas
de plantas matrizes e borbulheiras registradas.
O processo de certificação exige um acompanhamento
detalhado, pelo engenheiro agrônomo dos Escritórios
de Defesa Agropecuária (EDA). As informações,
de todas as fases da produção, devem ser
fornecidas por meio de projetos e laudos pós-semeadura,
pós-transplantio, pós-enxertia e de liberação,
contendo os resultados de análise de nematóides,
Phytophthora e CVC.
As amostras de folhas, raízes e substratos, devem
ser coletadas seguindo as normas vigentes para a produção
de mudas cítricas. Para as mudas certificadas*,
a coleta do material é realizada pelo engenheiro
agrônomo do EDA e enviado para análises
em laboratórios credenciados pela Secretaria
de Agricultura e Abastecimento SAA/SP. Os laudos laboratoriais
são enviados diretamente ao EDA que decide pela
liberação do lote.
As mudas certificadas* ainda são submetidas a
uma última inspeção antes da liberação
para verificar se estas estão dentro dos padrões
físicos e só então são aprovadas
pelo EDA e receberão as ETIQUETAS e CERTIFICADO
de garantia, liberando-as para comercialização.
Desta forma, a muda certificada* pode ter sua formação
rastreada desde a semeadura até a sua entrega
e garante ao produtor uma muda de origem genética
e sanitária.
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